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    Antes démodé, agora é chique

    John Lennon autografou o seu disco “Double Fantasy” para Mark David Chapmam, que logo depois o matou com quatro tiros. Após cometer o assassinato, Chapmam deixou o disco cair no chão. A tragédia aconteceu no dia 8 de dezembro de 1.980, na porta do prédio Dakota onde morava Lennon. O disco foi entregue como prova […]

    John Lennon autografou o seu disco “Double Fantasy” para Mark David Chapmam, que logo depois o matou com quatro tiros. Após cometer o assassinato, Chapmam deixou o disco cair no chão. A tragédia aconteceu no dia 8 de dezembro de 1.980, na porta do prédio Dakota onde morava Lennon. O disco foi entregue como prova do crime à polícia e depois devolvido ao homem que o encontrou. Esse é o disco mais caro do mundo!

     

    O disco “Double Fantasy” foi inicialmente vendido, em 1999, a um colecionador por 150 mil dólares. E, em julho de 2017, outro colecionador que não quer ser identificado comprou a relíquia por 1,5 milhão de dólares, tornando-o o disco mais caro de todos os tempos. O disco possui na sua capa a assinatura de Lennon, a marca policial “WIT 2” e as digitais de Chapmam.

     

    No Brasil há referências para dois discos considerados mais caros e raros: O disco “Louco por Você”, o primeiro de Roberto Carlos, gravado em 1961. O disco de vinil, com 12 faixas, tem bossa nova, iê-iê-iê e boleros. É o único dos discos de Roberto que não traz a sua imagem na capa, pois mostra um jovem casal segurando uma flor. Vendeu penas 512 cópias.

     

    Outro disco raro e valioso é “Paêbiru” do cantor Zé Ramalho. Acontece que os 1.300 discos gravados em 1975 foram arrastados pela enchente que assolou Recife. As poucas cópias salvas se tornaram raridades. Aqueles felizardos que possuem esses discos podem vendê-los por milhares e milhares de reais.

     

    Essas curiosidades estão sendo divulgadas para lembrar que hoje (20 de abril) celebra-se “O Dia do Disco”, por ser o dia do aniversário do cantor Ataulfo Alves.

     

    Os defensores do vinil, atualmente, não são apenas saudosistas crônicos, mas audiófolos que viajam nos aspectos gráficos dos encartes de álbuns para alcançar o mundo poético das melodias. O disco de vinil não envelheceu por estar conservado pela própria emoção que o faz contagiante e peculiar. O antigo disco de vinil denominado “bolachão”, antes démodé, agora é chique, é atual, é Cult!

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