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    Novas Linguagens na Arte Potiguar

      Foto: divulgação O III Salão Dorian Gray 2018 – Novas Linguagens realiza-se até o dia 15 de setembro de 2018, no Museu Café Filho, localizado à Rua da Conceição, 4290, Cidade Alta. A Mostra comporta 200 obras criadas por 100 artistas potiguares pré-selecionados. Estão integradas à Exposição oito categorias: Fotografia de Arte, Escultura, Vídeo Arte, […]

     

    Foto: divulgação

    O III Salão Dorian Gray 2018 – Novas Linguagens realiza-se até o dia 15 de setembro de 2018, no Museu Café Filho, localizado à Rua da Conceição, 4290, Cidade Alta. A Mostra comporta 200 obras criadas por 100 artistas potiguares pré-selecionados.

    Estão integradas à Exposição oito categorias: Fotografia de Arte, Escultura, Vídeo Arte, Instalação, Pintura, Grafite, Desenho e Projeto de Design. O evento é promovido pela Sociedade Amigos da Pinacoteca (SAP), entidade sem fins lucrativos que visa fomentar a evolução das atividades artísticas no Rio Grande do Norte.

    As   obras  expostas  são  comercializadas,  com  a  venda  sendo  feita  diretamente entre  autor  e  o  interessado. É importante conhecermos e prestigiarmos a bela arte potiguar, compreendendo  que  participam desse significativo conteúdo cultural diferentes artistas da capital e do interior do Estado.

    A finalidade do III Salão Dorian Gray 2018 – Novas Linguagens é fomentar a discussão, promover a divulgação e a valorização do  artista  e  da  arte  contemporânea  no  Rio  Grande  do  Norte,  selecionando  artistas  visuais,  para participarem dos Salões em Natal Mossoró.

    Dorian Gray foi um  artista  plástico e ensaísta potiguar, reconhecido no Brasil  e  exterior  em razão  da  qualidade singular da sua arte, com  repercussão em  diferentes  vertentes: pintura, escultura, tapeçaria, desenho, cerâmica e poesia.

    Nas  palavras  sábias de  Câmara Cascudo, “compreende-se  que  Dorian Gray,  pintor  e  desenhista  enfrentando a composição,  tenha a vocação pictórica pela realidade brasileira, incapaz de deformá-la, mutilá-la, sob  pretexto de interpretação pessoal. Esses sentimentos, profundos, obscuros,  radiculares na  permanência mental, ascendem no impulso   irresistível  da  espontaneidade,   constituindo   uma   anticlinal   figura  coletiva,  palpitante  e  lógica,  na personalidade do  artista. A  emoção  duplica os  temas da  modelagem  impressionista  numa  diplegia geradora de imagens  de assombro e verdade”.  (Cavalcanti, Carlos; Ayala, Walmir in Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos, MEC/INL).

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