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    Star Wars: Carrie Fisher e Mark Hamill são confirmados no episódio IX

    O filme deve estrear em dezembro de 2019.

    Hoje foi liberado um comunicado de imprensa de Star Wars: Episódio IX. Ainda sem título oficial divulgado, o comunicado não revelou nada da trama, pelo menos, não explicitamente. Somente de ler o elenco confirmado, fica claro que os fãs terão grandes surpresas.

    Confira o comunicado abaixo:

    Star Wars: Episódio IX começará a ser filmado no Estúdio Pinewood em Londres em 1 de agosto. J.J. Abrams retorna para dirigir o capítulo final da saga Skywalker. Abrams co-escrever o roteiro junto de Chris Terrio.

    Os membros do elenco que retornam incluem Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo e Billie Lourd. Se juntando ao elenco do Episódio IX estão Naomi Ackie e Richard E. Grant,, que serão acompanhados dos atores veteranos de Star Wars Mark Hamill, Anthony Daniels e Billy Dee Williams, que reprisará seu papel como Lando Calrissian.

    O papel de Leia Organa será novamente interpretado por Carrie Fisher, usando gravações não divulgadas de ‘Star Wars: O Despertar da Força’. “Nós desesperadamente amamos Carrie Fisher”, disse Abrams. “Encontrar uma conclusão satisfatória para a Saga dos Skywalker sem ela nos frustou. Nunca conseguiriamos escolher outra atriz ou usar um personagem de computação gráfica. Com o apoio de sua filha, Billie, encontramos uma maneira de honrar o legado e o papel de leia no Episódio IX usando cenas que filmamos no episódio VII”.

    O Compositor John Williams, que fez a trilha sonora de todos os episódios da saga Star Wars desde Uma Nova Esperança em 1977, retornará para uma galáxia muito, muito distante com o Episódio IX.

    Star Wars: Episódios IX é produzido por Kathleen Kennedy, J.J. Abrams e Michelle Rejwan e produzido executivamente por Callum Greene e Jason McGatlin.

    O filme deve estrear em dezembro de 2019.

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    Acionistas aprovam compra da Fox pela Disney por US$ 71 bi

    Com a aprovação dos acionistas, a fusão agora está dependendo dos órgãos regulatórios

    Os acionistas da Fox e da Disney, reunidos na manhã desta sexta (27), aprovaram a compra dos ativos da Fox pela Disney pelo valor de US$ 71,3 bilhões. A informação é da Variety. Segundo a publicação, John Nallen, um dos executivos da Fox, a fusão será completada em meados de 2019.

    A votação dos acionistas da Disney foi rápida, levando cerca de 10 minutos, recebendo aprovação unânime, embora um deles tenha protestado dizendo que estavam pagando demais pela Fox. No dia 20 de junho a Disney aumentou consideravelmente os valores de sua oferta de compra da Fox, superando os números da então concorrente Comcast, que dias antes anunciara uma proposta de US$ 65 bilhões. Contra-atacando, a Disney colocou sobre a mesa uma cifra de US$ 71,3 bilhões, a qual foi aceita pela Fox.

    Com a aprovação dos acionistas, a fusão agora está dependendo dos órgãos regulatórios, mas isto não deve representar um problema. O Departamento de Justiça dos EUA deu sinal verde para a compra dos ativos da Fox pela Disney, desde que esta venda canais regionais de esportes, evitando assim um monopólio, já que esta é proprietária dos canais ESPN. Como a Disney concordou em se desfazer dos canais esportivos, o Departamento de Justiça concedeu a aprovação, entendendo que o negócio não irá gerar risco de falta de concorrência.

    O anúncio oficial do acordo para a compra da 21th Century Fox, e todas as suas subsidiárias, além do 20th Century Fox Studios, assim como os canais a cabo, pela Disney aconteceu em 14 de dezembro de 2017.

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    DC Comics anuncia novo nome do universo cinematográfico compartilhado

    Na abertura do painel da San Diego Comic Con, o selo apresentou “Welcome to the Worlds of DC”

    Há bastante tempo o público se acostumou a chamar o universo compartilhado da DC no cinema de DCEU (DC Extended Universe). Todos usavam, menos a própria DC ou Warner. Em setembro do ano passado, o jornalista Abraham Riesman, da Vulture, revelou que ninguém no estúdio referia-se ao conjunto de filmes como DCEU.

    Foto: Divulgação

    Pesquisando, Reisman descobriu que o termo foi usado pela primeira vez em um artigo da EW de 01 de julho de 2015. Então ele entrou em contato com Keith Staskiewicz, o responsável pelo artigo, e pelo Facebook perguntou a ele sobre a origem do termo “DCEU”.

    “Foi criada por mim quando eu escrevi a matéria”, disse Staskiewicz. “Apenas me pareceu que seria o tipo de nome que eles usariam para chamá-la. Eu olho pra matéria agora e me dou conta de que em minha mente eu estava ironizando, mas acabei dando a eles uma marca comercial.”

    Mas agora a Warner tem um termo para se referir ao seu universo compartilhado da DC nos cinemas e a revelação foi feita na abertura do painel da San Diego Comic Con, que foi aberto com a mensagem “Welcome to the Worlds of DC” (Bem-vindos aos Mundos da DC). Portanto, ao que tudo indica, o universo compartilhado que reúne Superman, Mulher-Maravilha, Batman, Shazam e Aquaman tem o título de “Mundos da DC”, procurando, talvez, afastar qualquer semelhança com o MCU (Marvel Cinematic Universe).

    Fonte: Screen Rant

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    Homem Aranha 2 tem nome revelado

    Tom Holland revelou que o título da continuação de Homem-Aranha: De Volta ao Lar será “Spider-Man: Far From Home”

    Em um vídeo com a legenda: “Desculpa por nenhum anuncio, mas amo vocês” Tom Holland revelou que o título da continuação de Homem-Aranha: De Volta ao Lar será “Spider-Man: Far From Home” que em português pode ser traduzido livremente como “Longe de Casa”, porém, ainda não sabemos como será o título oficial no Brasil.

    No vídeo, o ator diz que está na Ace Comic-Con, que está rolando nesse final de semana em Seattle, e que sente muito por não ter nenhuma novidade sobre Homem-Aranha 2. O ator, contudo, diz que recebeu o roteiro do filme e já está bastante animado. Ele então levanta seu tablet e nele podemos ver o logo do novo filme.

    Isso brinca bastante com o fato de que todo fã da Marvel sabe que Tom Holland é um dos maiores “fofoqueiros” do elenco e sempre acaba deixando alguns spoilers e detalhes dos filmes passarem em suas entrevistas.

    Segundo os rumores, a trama do filme vai levar o herói amigo da vizinhança para Londres, onde ele lutará contra Mistério. O título sugere que a primeira parte é real, já que o “longe de casa” deixa a entender que Peter Parker não estará em Nova York para o filme, porém, ainda não sabemos muito sobre o vilão ou personagens que retornarão.

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    Guerra Infinita é o filme definitivo da Marvel

    A união de núcleos cinematográfico da Marvel resulta em filme empolgante

    Em 10 anos de universo cinematográfico, a Marvel trilhou vários caminhos em busca de um tom ideal para suas produções. O estúdio teve bons resultados, com sarcástico Homem de Ferro (2008), o sério Capitão América 2: Soldado Invernal (2014), o entusiasmante Vingadores (2012) e os irreverentes filmes dos Guardiões da Galáxia. Após tudo isso era chegada a hora de levar aos cinemas um filme de culminância e estreou hoje (26) o longa que responde a isso: Vingadores: Guerra Infinita.

    Um filme corajoso. Não somente por encerrar um ciclo de 10 anos da Marvel Cinematic Universe, mas por tomar decisões consideradas inimagináveis para a fórmula Marvel de fazer filmes e por encontrar um ritmo que permitiu entrelaçar os mais distintos universos que a Marvel constituiu nos cinemas.

    O filme mostra a chegada do vilão mais temido do MCU, o titã louco Thanos. Com sua manopla do infinito, Thanos não é um antagonista que busca o poder pelo poder, ele tem um proposito: levar o equilíbrio ao universo. É possível, em certos momentos do filme, compreender a motivação do vilão, pois o que ele quer não é o domínio do universo, mas sua paz, de acordo com sua ótica. No entanto, esse equilíbrio tem um preço: genocídio da metade do universo.

    Essa ameaça pressupõe um perigo eminente para todo o universo. O longa é feliz ao mostrar que existe uma relação entre todo o universo da Marvel nos cinemas e mostra, ao apresentar diferentes cidades (e mundos), que a chegada de Thanos é um acontecimento que não escolhe lugar. O filme consegue muda sua fotografia a medida em que a tensão aumenta: no início, temos um cenário mais claro e dinâmico, mostrando, por exemplo o Tony Stark passeando em um parque, e segue a cores mais tensas, dando os contornos de épico aos acontecimentos que se seguem, como a batalha em Titã, berço de Thanos.

    O filme, com mais de 2h30, não cansa. Existe um equilíbrio entre a comédia, ação e drama, o que pode colocar os críticos mais ferrenhos da fórmula Marvel (cheia de humor) em silêncio. Com um grupo de personagens que unem núcleos de semideuses, magos, seres espaciais e humanos, Guerra Infinita consegue balancear o tempo de tela de cada personagem.

    Thanos, atrás de todo seu poder e cobiça pelas seis joias do infinito, não é totalmente insensível. O espectador pode, até, sentir a dor do titã em momentos de sacrifício de Thanos.

    Com tantos personagens, um alcança glória: o filho de Odin, Thor. Se em seu terceiro filme, Ragnarok (2017), vemos um Thor (Chris Hemsworth) que debocha de si mesmo, em Guerra Infinita ele assume um peso dramático que não é superado por nenhum outro herói. Quem também brilha é o Homem de Ferro. Tony Stark, vivido pelo magistral Robert Downey Jr, está no auge da sua maturidade como herói, mesmo carregando velhas intrigas de Guerra Civil. Steve Rogers (Chris Evans), que deixou de lado a estrela do Capitão América, é uma das pontas soltas deste filme pela falta de importância em tela.

    Uma das cenas mais emocionantes de todo o longa vem do personagem que é, claramente, o alivio cômico do filme: Homem Aranha. Não existe desenvolvimento de personagens, com exceção do Thanos, por um motivo até óbvio: é a culminância de todas as aventuras com heróis já apresentados em 18 filmes antecessores.

    A Marvel entregou o filme que prometeu. Ação e drama na medida certa. Os diretores, os irmãos Russos, foram felizes em suas escolhas, seja pelo time das lutas, desdobramentos para os próximos filmes e os finais de arcos, Guerra Infinita mostra que estrelas podem dividir a mesma tela sem ofuscar grandes nomes. Thanos mudou o universo e deu novo rumo para os filmes de heróis.

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