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    Ufersa conquista Prêmio Destaque de Iniciação Científica e Tecnológica do CNPq

    A Universidade Federal Rural do Semi Árido (Ufersa) é destaque nacional entre as universidades federais em matéria de Iniciação Científica

    Seminário de Iniciação Científica da Ufersa em 2017 (Foto: Assecom Ufersa)

    A Universidade Federal Rural do Semi Árido (Ufersa) conquista o Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica, na categoria Mérito Institucional, na edição 2017. O Prêmio, em sua 15ª edição, é concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

    A importante conquista da Ufersa está relacionada com a participação da Universidade no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e também por ter bolsistas inscritos no Prêmio apresentando maior índice de egressos titulados na pós-graduação em cursos reconhecidos pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). “Isso mostra a qualidade da nossa iniciação científica e o compromisso da Ufersa com a área. Hoje temos um número de bolsas 50% maior que o oferecido pelo CNPq e essa premiação comprova esse trabalho”, ressaltou o reitor, José de Arimatea Matos.

    A solenidade de entrega do Prêmio ocorrerá na 70ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que vai acontecer de 22 a 28 de julho na Universidade Federal de Alagoas, em Maceió, em data e horário a serem definidos. O Reitor Arimatea Matos confirmou participação na entrega e deve receber a comenda representando toda a comunidade acadêmica da Ufersa. Além de receber a premiação, o Reitor deve receber do Presidente do CNPq mais bolsas de iniciação científica para a Ufersa. “Vamos viajar para receber o Prêmio e também trazer mais bolsas e oportunidades para a nossa iniciação científica”, acrescentou.

     

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    Potencial energético do RN continua em expansão

    Em 1º de maio, o Rio Grande do Norte contabilizará 136 parques eólicos, gerando 3.678,9 MW.

    Em janeiro de 2017, o Rio Grande do Norte possuía 122 parques eólicos em operação, gerando 3.311,6 MW. Contava com outros 16 parques em construção, programados para gerar 417 MW e, aguardando o início das obras, porém com contratos firmados, 38 novos parques.

    Em janeiro de 2018, as usinas de geração chegaram a 131 parques em operação, gerando 3.552,7 MW, enquanto havia 21 em construção (com expectativa de produção de mais 507,9 MW).

    Em 1º de maio, o Rio Grande do Norte contabilizará 136 parques eólicos, gerando 3.678,9 MW.

    O crescimento constante da produção de energia a partir das eólicas no Estado mostra que ainda há espaço para investimentos no setor, a partir dos leilões realizados pela Aneel. Quanto à produção de energia fotovoltaica, os quatro primeiros parques entraram em operação no final do ano passado; mas, há dezenas de projetos licenciados que deverão concorrer no próximo leilão de compra de energia.

    Na avaliação do Coordenador da Secretaria de Desenvolvimento Econômico-Sedec, Josenilson Araújo, os números confirmam que, apesar da crise econômica nacional, os investimentos em projetos de produção de energia limpa no Estado continuarão em expansão nos próximos anos.

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    Natal: Ivan Maciel lança obra sobre Machado de Assis

    O livro "Machado que eu li" analisa conto, crônicas e romances do autor

    O escritor Ivan Maciel de Andrade lança nesta quinta-feira (19), às 18h, o livro “Machado que eu li”. O lançamento acontece na sede da Academia Norte-rio-grandense de Letras, na rua Mipibu, bairro de Petrópolis.

    O livro é um conjunto de 110 artigos escritos por Ivan Maciel e publicados nas páginas da Tribuna do Norte. Em seus artigos, Ivan Maicel aborda diferentes ângulos da vida de Machado de Assis, patrono da Academia Brasileira de Letras, e analisa a partir de seu próprio ângulo de visåo os principais romances, contos e crônicas do autor.

    “Os estudos acadêmicos sobre Machado de Assis são incontáveis. Frequentemente são publicadas teses de mestrados e de doutorado sobre ele, no Brasil e no exterior. Meu livro tem essa singularidade: é um livro sobre Machado de Assis em forma de artigos”, ressalta Ivan Maciel em entrevista ao jornal Tribuna do Norte.

    Professor, procurador e escritor, Ivan Maciel de Andrade desde sempre é um entusiasta pela leitura e admirador das obras de Machado de Assis e de outros grandes expoentes da literatura brasileira como Guimarães Rosa.

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    ECONOMIA APRESENTA RETRAÇÃO EM FEVEREIRO, DIZ FGV

    A economia brasileira retraiu em fevereiro, segundo dados do Monitor do PIB-FGV, divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (18). O PIB retraiu 0,3% em fevereiro, quando comparado ao mês de janeiro, na série com ajuste sazonal. Para Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV, as taxas de crescimento de fevereiro são menores do […]

    A economia brasileira retraiu em fevereiro, segundo dados do Monitor do PIB-FGV, divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (18). O PIB retraiu 0,3% em fevereiro, quando comparado ao mês de janeiro, na série com ajuste sazonal.

    Para Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV, as taxas de crescimento de fevereiro são menores do que as divulgadas em janeiro, o que pode significar perda de fôlego da recuperação cíclica.

    O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

    Na série com ajuste sazonal, no trimestre móvel terminado em fevereiro, a variação foi positiva em 0,6%, em comparação ao trimestre móvel terminado em novembro de 2017.

    Desempenho por setores no trimestre

    Na comparação com o trimestre terminado em fevereiro de 2017, o PIB foi positivo em 1,7%. Os destaques positivos são o crescimento das atividades de transformação (5,4%) e comércio (4,7%). Em contrapartida, a atividade agropecuária retraiu 1,7%, após 13 meses consecutivos de crescimento. No entanto, à exceção da transformação, todos as demais atividades industriais apresentaram retração. Já no setor de serviços, apenas a administração pública teve queda (-0,1%).

    O consumo das famílias apresentou crescimento de 2,5%. Apesar de todos os componentes do consumo das famílias terem apresentado taxas positivas, houve desaceleração do crescimento em comparação com a taxa trimestral móvel finda em janeiro. A exceção foi o consumo de produtos duráveis, que cresceu 12,6% no trimestre findo em fevereiro, e havia crescido 8,9% no trimestre findo em janeiro.

    A formação bruta de capital fixo, que mede o quanto as empresas aumentaram os seus bens de capital, ou seja, aqueles bens que servem para produzir outros bens, continua em trajetória ascendente, com crescimento de 4,4%. O desempenho se deve, principalmente, a máquinas e equipamentos, que cresceram 17,2% no período. A construção continua em retração (-1,8%).

    A exportação apresentou crescimento de 5,5%. A exportação de produtos agropecuários continua sendo destaque, com crescimento de 39,1%, seguido de bens de capital (37,8%). Em contrapartida, a exportação de produtos da extrativa mineral segue em retração alcançando -21,6%, menor taxa registrada desde o trimestre móvel findo em junho de 2013 (-25,6%), explicada, principalmente pela queda da exportação de minério de ferro.

    A importação cresceu 2,8%, com destaque para o desempenho da importação de produtos agropecuários, que recuou 16,4%. De destaque positivo, a importação de serviços cresceu 8,1%. Com informações do portal G1.

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