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    Eleições: Rosalba declara apoio a Carlos Eduardo e indica filho como vice

    Prefeita de Mossoró firma acordo de seu partido, o PP, com Carlos Eduardo e indica seu filho, Kadu Ciarlini, como vice

    Betinho Rosado, Álvaro Dias, Carlos Eduardo, Rosalba Ciarlini, Kadu Ciarlini, Carlos Augusto Rosado (Foto: Acontece RN)

    Carlos Eduardo Alves consolida um dos mais importantes apoios em qualquer eleição estadual que se faça no Rio Grande oo Norte: o do grupo Rosado, tendo à frente a prefeita Rosalba Ciarlini, em Mossoró. A ex-governadora e atual prefeita da principal cidade oestana indica como companheiro de chapa de Carlos, seu filho Kadu Ciarlini.

    Trata-se de um apoio por completo já que, pela composição da chapa, com a indicação de Kadu Ciarlini como vice, o empenho terá que ser redobrado, entendem os analistas da cena política mossoroense. As articulações visando uma aproximação entre Carlos e Rosalba já vinha se desenvolvendo a alguns dias. Várias arestas foram superadas, já que mágoas existiam e até fortes desconfianças, mas prevaleceu o pragmatismo político de Rosalba e de seu esposo, Carlos Augusto. O grupo Rosao entende que é Carlos Eduardo, entre os três principais competidores ao governo, que enseja a maior possibilidade de avanço político e que uma vitória do pedetista vai colocar no centro do do poder estadual, novamente um Rosado, agora o filho do casal, Kadu Ciarlini.

    Para Carlos Eduardo apresenta-se o desafio de dar sequência a onda de entusiasmo que se segue a entrada na disputa estadual ao seu lado do principal grupo político do Oeste. O Partido Progressista (PP), partido liderado no estado pelo grupo Rosado, oficializou seu apoio a Carlos Eduardo na tarde desta quinta-feira (19).

    “O nosso grupo político, nosso partido e amigos analisaram as pré-candidaturas que estão colocadas e vimos que para o novo momento do Rio Grande do Norte são necessários trabalho, competência e experiência. Carlos Eduardo reúne as condições políticas para ser governador do Estado, por ter sido prefeito quatro vezes de Natal, secretário de Estado e deputado”, declarou na oportunidade Rosalba Ciarlini.

    O ingresso do PP na coligação de Carlos Eduardo se soma ao PDT, MDB, Podemos e DEM. Com a entrada do PP, a coligação do ex-prefeito de Natal ganha mais tempo ainda de televisão na propaganda eleitoral gratuita já que o partido tem uma das maiores bancadas da Câmara Federal.

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    Eleições 2018: Robinson Faria escolhe Carlos Eduardo para bater

    Governador já tem definido quem vai ser seu principal adversário na disputa pela reeleição: o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves

    Estratégia é de polarização entre os dois visando o isolamento da candidata do PT

    O governador Robinson Faria, candidato a reeleição, já escolheu seu adversário preferencial para o embate na campanha deste ano. Em entrevista a mídia radiofônica natalense, Robinson fez questão de dizeer que foi, ao mesmo tempo, administrador do Rio Grande do Norte e de Natal. “Tive que ser governador e prefeito. Algumas obras de mobilidade foram feitas pelo Governo do Estado. Governei o Estado e Natal, simultaneamente”, ressaltou.

    O alvo das palavras de Robinson está nitidamente claro: o ex-prefeito de Natal e candidato ao governo pelo PDT, Carlos Eduardo Alves. Observando a iniciativa de Robinson do ponto de vista político-eleitoral, o atual governador e candidato a reeleição aposta numa polarização na campanha com o ex-prefeito Carlos Eduardo. Polarização que visaria deixar em segundo plano a atual líder nas pesquisas – a senadora Fátima Bezerra, que é a pré-candidata do PT ao governo do Estado.

    Inicialmente, um embate entre o ex-prefeito Carlos Eduardo e Robinson Faria poderia ser visto como definidor de quem vai para o segundo turno para enfrentar a petista Fátima Bezerra. Contudo, se esse embate tomar conta das ruas e das cidades poderá até levar os dois, Robinson e Carlos, para o segundo turno, deixando a senadora petista fora da final eleitoral.

    Para corroborar com suas afirmações de que também foi prefeito de Natal, apesar de Carlos Eduardo Alves ter estado o tempo todo ocupando este posto no Palácio Felipe Camarão, eleito que foi para isso, Robinson Faria cita as obras de mobilidade urbana feitas por seu governo. Obras como Anel Viário Metropolitano, o Viaduto da Redinha, e o prolongamento da Prudente de Morais.

    A argumentação de Robinson deixa duas questões no ar. A primeira é a de que Robinson Faria, ao colocar sua administração para realizar obras na capital do Estado estava simplesmente o seu papel como governador de todo o Rio Grande do Norte, o que inclui Natal, sua cidade mais importante, mais populosa e mais forte economicamente. A segunda questão é a de que o eleitorado de Natal não entende, por não ter sido bem informado, que o governador fez tanta coisa por sua cidade. Essa questão, que atravessou todo o mandato de Robinson, tem a ver com a ineficiência da equipe governamental na comunicação com a sociedade. O governo fez algo importante em Natal, Robinson não faria essas afirmações se não fosse verdade, contudo, o povo da Cidade não sabe disso, talvez venha a saber na campanha eleitoral, mas aí já pode ser tarde.

    Para Carlos Eduardo, diante da afirmação de Robinson que também foi prefeito durante seu mandato à frente do Palácio Felipe Camarão, fica a indagação sobre a capacidade administrativa, pelo menos no que toca a mobilidade urbana, algo tão necessário na cidade de Natal.

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    FAB abre inscrições para 270 vagas do curso para Sargentos

    As inscrições começam no dia 12 de agosto e irão até 10 de setembro com taxa de R$ 60,00

    270 vagas para curso de Sargento em Guaratinguetá (Foto: Diário Catarinense)

    Força Aérea Brasileira (FAB) vai abrir inscriçoes para exame de seleção do Curso de Formação de Sargentos com 270 vagas. As inscrições começam no dia 12 de agosto e terminam em 10 de setembro com taxa no valor de R$ 60,00. O ingresso no curso, para os selecionados, está previsto para o mês de julho do próximo ano.

    Os interessados em ingressarem no curso de formação de sargentos da Aeronáutica, turma 2/2019, não podem ter menos de 17 anos nem ter completado os 25 anos de idade na data de 31 de dezembro do ano da matrícula (2019). Tembém ter que ter concluído o Ensino Médio na data da validação dos documentos para a Seleção.

    As provas ocorrerão no dia 25 de novembro deste ano. O processo seletivo é feito por provas escritas de Matemática, Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Física, exame de aptidão psicológica, inspeção de saúde, teste de avaliação do ocndicionamento físico e validação documental.

    Os concursados que forem aprovados em todas as etapas do exame de admissão e selecionados pela Junta Especial de Avaliação deverão se apresentar na Escola de Especialistas de Aeronáutica, em Guaratinguetá, SP, no dia 30 de junho de 2019. O curso de sargento de Aeronáutica tem duração de dois anos.

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    Trump se encontra com Putin para discutir o mundo

    Encontro em Helsinque evidencia a simpatia do principal líder mundial por aquele que torceu por sua vitória nas eleições americanas

    Trump e Putin em encontro de simpatia recíproca (Foto: Reutters/Carlos Barria)

    Encontro que acontece nesta segunda-feira (16) em Helsinque, capital da Finlândia, entre o presidente norteamericano Donald Trump e o presidente russo Vlademir Putin, tem relevância em escala global e comporta, entre outras coisas, as duas potências que detém 90 por cento das armas nucleares do mundo.

    É também um encontro que mostra com clareza a simpatia do homem mais poderoso do mundo, o presidente dos Estados Unidos, por seu interlocutor, o líder russo Vlademir Putin. Diante dessa constatação e da dimensão geográfica da Rússia e seus potenciais econômicos com ênfase no gás e no petróleo, a simpatia de Trump pode significar avanços também na esfera do comércio. Em contraposição está o interesse russo em ser um protagonista global, coisa perdida com o fim da União Soviética, e isso entra em choque com os aliados americanos na Europa. Estes aspectos estão no cardápio das conversas da cúpula Trump e Putin.

    O sisudo presidente norteamericano ao dizer “vamos ter uma relação extraordinária” com relação a Putin, indica sua expectativa e mais do que isso, algo que a imprensa mundial não tem considerado, a forte simpatia que vem de um desejo de êxito, de vitória, na própria eleição que fez de Trump o presidente dos Estados Unidos. Naquela eleição, ocorrida em 2016, a esmagadora maioria dos presidentes e líderes mundiais evidenciaram apoio a candidata Hillary Clinton, enquanto o presidente russo torceu por Donald Trump.

    Essa torcida de Putin por Trump é certamente um forte componente no desejo do líder norteamericano em estabelecer parcerias com a Rússia. Enquanto deixa clara sua antipatia pela primeira ministra alemã Angela Merkel, que notadamente desejou a vitória de Hillary, Trump mostra seu contentamento com Putin, que quis sua vitória.

    Trump provavelmente não vai inaugurar nada novo em termos de relações globais, o que ele está fazendo é mostrando para os líderes internacionais que as eleições americanas, por sua imensa influência e dimensão mundial, deve ser encarada como capaz de definir rumos em larga escala com condições de afetar a todos. Diante disso, as eleições americanas chamam para si o interesse de todos os líderes, independentemente do continente em que se encontrem.

    As eleições americanas, por sua importância, não deve ser vista apenas à distância pelos líderes internacionais, com a expectativa de depois se aproximarem do vencedor. Já não é mais assim, pois o vencedor vai guardar bem em sua mente aqueles líderes que lhe demonstraram apoio, como também aqueles que desejaram seu insucesso eleitoral.

    A primeira ministra alemã tem aprendido uma contundente lição: quando o eleitor americano se posicionar no estado do Arizona por um candidato à presidência dos Estados Unidos, é como se ele estivesse se posicionando nas eleições de seu país, em Munique, por exemplo. O mundo está globalizado e isso não ocorre apenas na economia, mas também na política. As eleições americanaa significam em termos globais uma verdadeira Copa do Mundo, só que é bem mais demorada e representam um complexo funil com cinquenta mata-matas nas demoradas primárias, e mais os cinquenta mata-matas no dia da eleição geral.

    Foi exatamente por esse funil complexo que Trump passou superando um a um os seus contendores e tendo contra si a antipatiia da maioria dos líderes internacionais. Eleito, Trump vai deixando claro seu desconforto com aqueles que torceram contra ele e, em contrapartida, sua simpatia por quem torceu a favor dele.

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    Solidez francesa conquista Copa do Mundo da Rússia

    Defesa sólida, meio de campo pegador e dois craques no ataque, fazem a diferença, e franceses derrotam croatas por 4 a 2

    Franceses erguem a taça de campeões do mundo na Rússia (Foto: El País)

    França é bi-campeão do mundo com gols de Manzukic (contra), Griezmann, Pogba e Mbappé, estabelecendo vitória inquestionável sobre a Croácia por 4 a 2. Os gols da Croácia foram de Perisic e Mandzukic (falha bizarra de Lloris).
    A vitória francesa na final culmina um desempenho sólido em todo transcurso da Copa do Mundo da Rússia. A seleção francesa, como também a brasileira, entraram na Copa como detentoras de sistemas defensivos sólidos e jogadores capazes de desequilibrarem favoravelmente na frente. A seleção francesa manteve durante todos os seus jogos a fama de defesa sólida, já a brasileira fraquejou diante da Bélgica, que nem conseguiu jogar todo esse futebel no confronto com a canarinha.

    Para todos os efeitos, se a seleção francesa conta com Dogba no centro de campo, bem à frente da zaga, a do Brasil tem a consistência daquele que pode ser considerado o melhor desarmador do mundo – Casemiro. A questão é que no jogo contra a Bélgica, o Brasil não pôde contar com Casemiro, punido com o segundo cartão amarelo, e Tite, ingenuamente, tratou de substituir seis por meia dúzia. Triste erro, substituir Casemiro por Fernandinho de maneira nenhuma era mudar um jogador por outro com as mesmas características. Fernandinho em momento nenhum da partida com a Bélgica teve desempenho semelhante a Casemiro.

    Nesse sentido, o que deveria fazer Tite? Falar agora pode até ser fácil, mas o técnico de uma seleção brasileira, calejado com jogos complicados à frente do Corinthians, time respeitado por seu sistema defensivo, não poderia ter se enganado como se fosse um comentarista de televisão. A substituição de Casemiro em jogo tão decisivo contra a Bélgica, que contava com um ataque rápido, forte e habilidoso, tinha que obrigatoriamente ter mudado a maneira do Brasil jogar na Copa da Rússia. Em outras palavras, sem Casemiro a seleção brasileira teria que ter entrado com dois jogadores de retenção na cabeça de área – aí sim poderia ser Fernandinho e Fred, ou até Fernandinho e Renato Augusto.

    Em contrapartida, a França em momento algum abdicou em nome de nenhuma mudança, de nenhum craque, sua condição de defesa forte, de prioridade absoluta na capacidade de se defender. Isto, mesmo contando com craques da envergadura de Griszmann e de Mbappé. Griezmann e Mbappé que, por sinal, não estiveram bem em todos os jogos, tiveram a tranquilidade de contarem com uma defesa sólida e com um meio de campo marcador e pegador.

    A França ganha uma Copa do Mundo que poderia ser brasileira ou até mesmo alemã, mas que vai para a conta dos azuis. Ganha sem jogar um futebol vistoso, aliás visto por poucas vezes nesta Copa – em algumas partidas da Bélgica e da própria Croácia, mas ganha porque foi certamente a equipe mais consistente e que soube “sofrer” com eficácia e utilizar seus craques com equilíbrio. Um lição disso tudo deve servir ao Brasil, não existe substituição de seis por meia dúzia, esse é um argumento gasto de comentarista que às vezes não tem o que dizer, e que não pode ser condutor de decisões de um técnico de equipe pentacampeã do mundo.

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